Cristóvão Tezza no 3o. Salão do Livro de Guarulhos

Frederico Barbosa (a esquerda) mediou o bate-papo


 Tivemos até um tradutor de libras!!

O escritor Cristóvão Tezza em ação, contando histórias de sua vida, sua trajetória como escritor: de menino vivendo numa cidadezinha no interior de Santa Catarina, a mudança da família para Curitiba (após o falecimento do pai), a adolescência na década de 60, o engajamento em grupos de teatro e na Marinha. A mudança para o Acre e a ida para a faculdade (aos 25 anos), a carreira de professor universitário e os passos (lentos, mas seguros) como escritor. As citações de outros escritores foi frequente: Joseph Conrad (na juventude), Dalton Trevisan e Paulo Leminski (no início da carreira e depois).


Como guarulhense, fiquei envergonhada de ver como um evento com um  escritor de tal envergadura teve um público tão ínfimo. Mas para quem esteve presente, foi maravilhoso. Perguntei-lhe a respeito da influência de Kenzaburo Oe em sua obra mais famosa (O filho eterno) e as consequências do sucesso deste livro. O autor citou-me as influências que o levaram a escrever um relato ficcional baseado em sua experiência pessoal. Claro que Uma relação pessoal foi uma influência, mas outras obras o ajudaram a compor seu livro. Ele citou Juventude, de J.M. Coetzee, como obra primordial.

Momento tiete: O autor autografa um exemplar de O fotógrafo, livro anterior a O filho eterno e posa ao lado da blogueira que vos escreve.

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