domingo, 5 de abril de 2015

Oficina de encadernação copta no Espaço Coletivo 308 em 03 de abril de 2015 / Coptic bookbinding workshop inside Espaço Coletivo 308 Studio - April 3rd 2015


Olá, queridos leitores!
Feliz Páscoa!!
Anuncio que, graças ao bom Deus, a oficina de encadernação copta na 6a.feira santa foi um sucesso.
Tivemos 4 alunos muito interessados num local muito propício (o ateliê do Coletivo 308).
O que me impressionou neste dia foi recebermos um estudante que mora em Osasco!
Todas as fotos que documentam este momento foram tiradas por Alexandre Villas Boas.

Hello dear readers!
Happy Easter!
Thanks to the Good Lord my coptic bookbinding workshop in Good Friday was a success.
We had 4 very interested  students in a very auspicious place (the studio of Coletivo 308).
 I was very impressed because we got a pupil who went from Osasco city... far far away from Guarulhos!
All these pictures were taken by Alexandre Villas Boas.

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domingo, 29 de março de 2015

Oficina de encadernação copta no dia 03 de abril (6a.feira) no Espaço 308


Olá, queridos leitores!
Em homenagem à 6a.feira da Paixão de Cristo, ministrarei, se o bom Deus permitir, é claro, uma oficina de encadernação copta na próxima 6a.feira, dia 03 de abril, às 15h.

Mais informações e inscrições (são 7 vagas), acesse www.coletivo308.com.br

Um abraço!!

domingo, 1 de março de 2015

Rodas de Leitura As aventuras da escrita (março a maio de 2015)

Rodas de Leitura
Ciclo: As aventuras da escrita

Tema 4: As aventuras da escrita

Atenção: As rodas de leitura realizadas no Espaço 308 (Rua Paschoalina Migliorini, 121) serão realizadas das 9h30 às 11h30

Março de 2015
Espaço 308: 14 (sábado) às 9h30
Espaço Novo Mundo: 17 (3a.feira) às 19h


REZENDE, Maria Valéria
Quarenta dias 
Rio de Janeiro, Alfaguara, 2014. 248p.

“Quarenta dias no deserto, quarenta anos.” É o que diz (ou escreve) Alice, a narradora de Quarenta dias, romance magistral de Maria Valéria Rezende, ao anotar num caderno escolar pautado, com a imagem da boneca Barbie na capa, seu mergulho gradual em dias de desespero, perdida numa periferia empobrecida que ela não conhece, à procura de um rapaz que ela não sabe ao certo se existe.
Alice é uma professora aposentada, que mantinha uma vida pacata em João Pessoa até ser obrigada pela filha a deixar tudo para trás e se mudar a Porto Alegre. Mas uma reviravolta familiar a deixa abandonada à própria sorte, numa cidade que lhe é estranha, e impossibilitada de voltar ao antigo lar. Ao saber que Cícero Araújo, filho de uma conhecida da Paraíba, desapareceu em algum lugar dali, ela se lança numa busca frenética, que a levará às raias da insanidade. “Eu não contava mais horas nem dias”, escreve Alice em Quarenta dias, um relato emocional e profundo. “Guiavam-me o amanhecer e o entardecer, a chuva, o frio, o sol, a fome que se resolvia com qualquer coisa, não mais de dez reais por dia (...) Onde andaria o filho de Socorro?, a que bando estranho se havia juntado, em que praça ficara esquecido?”

Abril de 2015
Espaço 308: 11 (sábado) 9h30
Espaço Novo Mundo: 14 (3a.feira) 19h





Gaarder, Joosten. 
O dia do curinga
São Paulo, Companhia de Bolso. 2007. 344p.

"Você já pensou que num baralho existem muitas cartas de copas e de ouros, outras tantas de espadas e de paus, mas que existe apenas um curinga?", pergunta à sua mãe certa vez a jovem protagonista de O mundo de Sofia.
Esse é o ponto de partida deste outro livro de Jostein Gaarder: a história de um garoto chamado Hans-Thomas e seu pai, que cruzam a Europa, da Noruega à Grécia, à procura da mulher que os deixou oito anos antes. No meio da viagem, um livro misterioso desencadeia uma narrativa paralela, em que mitos gregos, maldições de família, náufragos e cartas de baralho que ganham vida transformam a viagem de Hans-Thomas numa autêntica iniciação à busca do conhecimento - ou à filosofia.O dia do Curinga é a história de muitas viagens fantásticas que se entrelaçam numa viagem única e ainda mais fantástica - e que só pode ser feita por um grande aventureiro: o leitor.


Maio de 2015
Espaço 308: 09 (sábado) 9h30
Espaço Novo Mundo: 12 (3a.feira) 19h



WINCHESTER, Simon
O professor e o louco: uma história de assassinato e loucura durante a elaboração do dicionário Oxford
São Paulo, Companhia de Bolso, 2009. 240p.

No século XVIII, época de descobertas científicas e de expansão dos ideais iluministas, a Inglaterra encontrava-se extremamente atrasada nos estudos da própria língua. Enquanto França, Itália e Alemanha já possuíam livros e instituições dedicados à filologia, autores como Daniel Defoe e Jonathan Swift eram obrigados a se virar sem um dicionário que fixasse a língua inglesa. Obras como o maravilhoso A dictionary of the English language (1755), de Samuel Johnson, vieram suprir a falta prolongada desde os tempos de Shakespeare, que no século XVI teve de escrever suas peças sem um único livro ao qual pudesse recorrer para consultar a grafia ou o significado de uma palavra. 
Mas foi apenas no ano de 1857, em plena era vitoriana, que a ideia de um dicionário que abrangesse a língua inglesa como um todo, desde a preposição mais corriqueira até o substantivo mais longo e obscuro, veio à tona. Partindo de alguns preceitos já usados por Johnson, o New English Dictionary - futuro Oxford English Dictionary - usaria citações (literárias ou não) para ilustrar o sentido, a origem e as mudanças sofridas ao longo do tempo no significado de todas as palavras anglo-saxônicas. 
O uso de voluntários para empreender tamanho projeto foi uma iniciativa necessária e inovadora em sua época, e foi também o que permitiu o encontro de duas figuras fascinantes: o filólogo autodidata James Murray, irlandês de origem humilde, que dedicou quarenta anos à edição do OED, e o americano de família rica e tradicional, William Chester Minor, médico promissor e dedicado que teve de passar a maior parte da vida entre os muros de um hospital psiquiátrico e de lá foi um dos colaboradores mais profícuos e eruditos do dicionário. 
Com uma prosa simples e apaixonada, de quem descobre com o leitor a profusão de histórias que existe por trás dos setenta anos da elaboração do OED, Simon Winchester mergulha na vida desses dois personagens profundamente ligados àquele que é um dos maiores e mais importantes dicionários de todos os tempos.



sábado, 28 de fevereiro de 2015

Figueira em Cidade Jardim Cumbica


Olá, queridos leitores!
Achei esta figueira num dia lindo de fevereiro e fiquei encantada. Um presente.
Hello dear readers!
I found this fig tree in a walk in a beautiful February day. I was enchanted because it was a gift to me.
Enjoy it!







Um Papai Noel esquecido nos ramos da figueira, em pleno Fevereiro!
A Santa toy forgotten in the fig tree branches in February!